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2017-10-06

Cinco dicas para quando eles têm alergias alimentares

Cinco dicas para quando eles têm alergias alimentares

Leite, ovos e glúten são ingredientes alimentares responsáveis por muitas das alergias alimentares nos mais pequeninos, em Portugal, mas há que saber enfrentar estas limitações com calma e sem alarmismos. Além de um médico alergologista de confiança (super importante), aqui ficam cinco dicas para papás e mamãs lidarem com estas situações sem sobressaltos no dia-a-dia, retiradas da experiência acumulada aqui por casa:
 
1. Ler TODOS os rótulos de alimentos embalados. Quando dizemos todos os rótulos, são mesmo todos. Muitas vezes, os alimentos que são vendidos em embalagens têm aditivos que não seriam de esperar. Por exemplo: há leite em quase todas as salsichas, fiambre, pão de forma, cereais de pequeno-almoço, margarinas, batatas fritas com sabores… Os pais ganham rapidamente um super-olhar de detective e tornam-se bem mais exigentes em relação à comida que compram, mesmo a que não provoca alergias.

2. Não ter medo de perguntar. No restaurante ou em casa de um familiar, há que perguntar se a sopa leva algum caldo industrial para “dar mais sabor”, ou se juntaram gema de ovo ao arroz de pato ou como costumam fritar os bifes. Isto de acordo com as alergias em causa. É importante que quem responda saiba do que está a falar: ou porque cozinhou a comida ou perguntou directamente ao cozinheiro. Devemos explicar que se trata de um caso de alergia, é claro. E em caso de dúvida, simplesmente optar por outro prato, porque a saúde dos nossos está sempre primeiro.

3. Ter sempre uma alternativa nas festas de família. Quando as crianças são mais pequeninas, é fácil distraí-las numa festa de anos para que não sintam diferença por não podem comer bolos ou bolachinhas, como todas as outras. Mas quando são mais crescidas, que tal arriscar e fazer um ou mais doces à medida deles? Muitos bolos que levam um ou dois ovos ficam igualmente bons sem nenhum, o leite e a manteiga substituem-se facilmente (por ingredientes de soja ou azeite, por exemplo), há muitas farinhas alternativas ao trigo. Eles até podem ajudar na cozinha, para ficarem mais entusiasmados com a "sua" comida.


4. Educar desde pequeninos. Ensinar o que podem ou não podem comer, ou que não podem aceitar comida de estranhos bem intencionados, logo desde muito cedo, é uma forma de proteger os miúdos para a vida toda. Até porque os pais nem sempre estão lá nas festas e nos convívios da escola, por exemplo. Talvez os miúdos se sintam um pouco diferentes das outras crianças, é algo quase impossível de evitar, mas é incrível como as crianças pequeninas sabem ser super responsáveis nestas coisas. E ganham auto-confiança por acreditarmos nelas.

 
5. A mesma alimentação para todos? Em último caso, quando a alergia a um ingrediente comum é realmente muito grave, pode tornar-se mais fácil adoptar a mesma alimentação para todos, dentro de casa. Evitam-se possíveis distracções (com talheres e recipientes trocados) e será mais interessante procurarem alternativas saborosas para todas as idades. E em muitos casos será temporário, porque a gravidade das alergias tende a diminuir com a idade - muitas vezes até desaparecer por completo.

Idades:  0-2 anos, 3-5 anos, 6-8 anos, 9-12 anos, Mais de 12 anos

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